O conto do nerd e seu coração partido - Soulstripper
Não gosto de gente morna, meio termo, que demora pra se decidir. Não gosto do mais ou menos, do menos ou mais. Gente que retoma o que seria pra não retomar o que era - esquece o passado mas esquece de esquecer o futuro. Não gosto de mim ou de nós, não mais. Cada mensagem de bom dia ou de boa noite que aparece depois de dias sem nem duas palavras trocadas são evidências da nossa fraqueza. A necessidade de um beijo meia bocana calada da noite, de falar da saudade que sente ou de chamar de "meu bem" como se fosse a última vez. Retomar o relacionamento também nunca foi a solução. Nós começaríamos do ponto em que paramos e, se o começo não deu certo, o final seria um caos completo. Escrevo essas palavras como o "adeus". Não aquele adeus do qual falamos após o término, ou o adeus ao passado para que pudéssemos retomar o que seríamos. Não. Esse é o meu adeus ao nosso futuro, às nossas míseras migalhas, à esperança que plantamos um dentro do outro quando a saudade bate e somos obrigados a fazer uma ligação só pra ouvir uma voz: não quero mais restos de você ou de nós.
Não gosto de gente morna, meio termo, que demora pra se decidir. Não gosto do mais ou menos, do menos ou mais. Gente que retoma o que seria pra não retomar o que era - esquece o passado mas esquece de esquecer o futuro. Não gosto de mim ou de nós, não mais. Cada mensagem de bom dia ou de boa noite que aparece depois de dias sem nem duas palavras trocadas são evidências da nossa fraqueza. A necessidade de um beijo meia bocana calada da noite, de falar da saudade que sente ou de chamar de "meu bem" como se fosse a última vez. Retomar o relacionamento também nunca foi a solução. Nós começaríamos do ponto em que paramos e, se o começo não deu certo, o final seria um caos completo. Escrevo essas palavras como o "adeus". Não aquele adeus do qual falamos após o término, ou o adeus ao passado para que pudéssemos retomar o que seríamos. Não. Esse é o meu adeus ao nosso futuro, às nossas míseras migalhas, à esperança que plantamos um dentro do outro quando a saudade bate e somos obrigados a fazer uma ligação só pra ouvir uma voz: não quero mais restos de você ou de nós.
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